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Consumo de drinks prontos dispara enquanto de cerveja recua

Dados da Zig apontam mudança no comportamento do consumidor, com avanço dos RTDs impulsionado por praticidade e conveniência

O consumo de drinks prontos para beber apresentou crescimento durante o primeiro trimestre de 2026, em comparação com o mesmo período do ano anterior. A alta foi de 34,5%, enquanto a cerveja apresentou queda de 6,2%. O estudo foi realizado pela plataforma de gestão de pagamento Zig, baseando-se em 435 bares, restaurantes e casas noturnas de São Paulo.

Enquanto os drinks prontos passaram de 166.853 para 224.596 pedidos, um salto de 57.743 unidades, a cerveja caiu de 2,5 milhões para 2,34 milhões de pedidos, uma redução de 156 mil unidades.

O avanço dos RTDs são apontados como resultado da busca por praticidade e conveniência, fatores que têm marcado o atual perfil do consumidor. Além disso, o aumento da procura por bebidas industrializadas seguras.

Em entrevista para a IstoÉ Dinheiro, o diretor de Growth e Marketing da Zig, Carlos Galdino, ressaltou que, embora seja difícil apontar a causa com certeza, este pode ser resultado do endividamento do país, que tem batido recordes.Na ProWine São Paulo, marcas de todo o mundo aproveitam a seção ProSpirits para apresentar suas propostas de coquetéis prontos.

O evento, que ocorrerá de 06 e 08 de outubro, no Expo Center Norte em São Paulo, também pode ser uma oportunidade para explorar esse segmento do mercado. As inscrições para profissionais estão abertas e são gratuitas em: prowinesaopaulo.com.

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