Operação combina produtores europeus, volumes mais flexíveis e suporte comercial e logístico para importadores brasileiros
A Grapes & Peppers, empresa especializada em logística, coordenação de importação e exportação e desenvolvimento de mercado de vinhos, está confirmada como expositora na ProWine São Paulo 2026. Sua participação contará com a apresentação de quatro vinícolas, por meio de uma proposta que une seleção de produtores, acesso direto às famílias proprietárias, possibilidade de exclusividade e suporte à operação logística entre diferentes países europeus e o Brasil.
“Nossa prioridade é desenvolver parcerias consistentes para as quatro vinícolas no Brasil. Buscamos importadores e distribuidores com capacidade de construção de marca, além de parceiros no varejo especializado, e-commerce, hotelaria, restaurantes, bares, lojas gourmet e presentes corporativos”, afirma Waleska Schumacher, fundadora da Grapes & Peppers.
Sua participação na feira reflete a ampliação de sua presença no Brasil. O intuito é oferecer uma solução integrada para empresas locais que desejam diversificar seus portfólios com produtos europeus cuidadosamente selecionados. Um de seus diferenciais está na possibilidade de consolidar cargas de diferentes produtores e países da Europa. Este processo, que considera particularidades logísticas, comerciais e culturais de cada mercado europeu, é coordenado pela companhia.
Desta maneira, importadores e distribuidores brasileiros podem combinar produtos de diferentes vinícolas em uma só operação, sem precisar adquirir grandes quantidades de cada referência. Essa facilidade diminui a necessidade de estoque e rende melhor uso do capital, maior rotação e, no fim, um portfólio sempre renovado.
“A Grapes & Peppers acredita que uma boa representação começa pelas relações humanas e pelo entendimento profundo das diferenças entre cada cultura”, comenta Waleska, que explica que o trabalho da empresa vai além dos produtos e acompanha todas as etapas do processo, desde a seleção e a negociação até a comunicação com os produtores, a preparação documental, a composição da carga e seu percurso até o Brasil.
Para ela, trabalhar simultaneamente com França, Alemanha, Itália e Espanha vai além do conhecimento de vinhos e exige compreender particularidades sobre a maneira de negociar, produzir, comunicar e organizar uma operação internacional, a fim de tornar o processo mais simples e seguro para o parceiro brasileiro. Assim nasce este modelo de negócios, orientado em construir pontes entre pessoas, culturas e oportunidades comerciais, preservando a identidade de cada produtor.
No estande, rótulos de quatro produtores europeus estarão disponíveis para os visitantes da feira conhecerem. São todos de origem distintas e complementares, atendendo diferentes modelos de negócio, incluindo o varejo especializado e da gastronomia aos canais de distribuição, hotelaria, e-commerce e presentes corporativos.
A casa Borie-Manoux, de Bordeaux, entra com uma seleção completa, de diferentes denominações, estilos e categorias, com destaque para Château Batailley, Grand Cru Classé de 1855 de Pauillac. A coleção da Weingut Langguth, de Mosel, Alemanha, por sua vez, utiliza os graus de inclinação dos vinhedos como parte de sua identidade, percorrendo desde estilos acessíveis e versáteis até Rieslings de parcelas históricas e encostas extremamente íngremes, incluindo Erste Lage e Grosses Gewächs.
Apresentando a diversidade da Toscana por meio de espumantes, vinhos brancos e tintos, a Fattoria di Fugnano chega com a Vernaccia di San Gimignano em duas interpretações, incluindo Donna Gina, que expressa a identidade de uma das denominações de vinhos brancos mais históricas do país. Já a Martínez Lacuesta, pioneira em Rioja na maturação de vermutes em barricas, leva da Espanha sua grande novidade: o Vermut Lacuesta Reserva, ampliando a experiência para o universo dos aperitivos, da gastronomia e da coquetelaria.
“A combinação das quatro vinícolas permite criar seleções adaptadas a diferentes perfis de negócio. Um parceiro pode, por exemplo, reunir Bordeaux, Riesling do Mosel, vinhos da Toscana, Rioja e vermute em uma operação mais diversificada, sem precisar assumir grandes volumes de um único produtor”, explica.
Além da degustação comparativa por origens, que permitirá o visitante percorrer por Bordeaux, Mosel, Toscana e Rioja em um único espaço, os estandes contarão com a presença de alguns dos representantes das famílias produtoras. São eles: Patrick U. Langguth, que conduz a sexta geração da Weingut Langguth e a Laura Dell’Aira, proprietária da Fattoria di Fugnano.
Waleska observa que o Brasil é um mercado de grande potencial, mas também exigente, competitivo e sensível à relação entre preço, qualidade e valor percebido. Ela destaca dados da Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV), que registram aumento no consumo brasileiro, que alcançou aproximadamente 4,4 milhões de hectolitros em 2025, bem como importou cerca de 165,66 milhões de litros no mesmo ano, o que demonstra a relevância contínua dos produtos importados na formação do mercado.
Ela acrescenta ainda que o consumidor agora está mais informado e interessado em aspectos como origem do produto, história do produtor e o motivo pelo qual determinado vinho merece espaço em sua mesa, o que representa uma oportunidade para vinhos com identidade, brancos de maior frescor, estilos gastronômicos, produtos de produção limitada e categorias ligadas ao aperitivo, como o vermute. Também existe uma demanda crescente por portfólios mais diversificados e por operações de compra que não obriguem o importador a manter estoques excessivos.
Estes aspectos estão diretamente alinhados à atuação da Grapes & Peppers que, só nesta edição da ProWine São Paulo, apresentará quatro importantes origens europeias, 24 referências, além da presença de alguns dos proprietários das vinícolas, oferecendo a oportunidade de empresas brasileiras construir um portfólio diversificado com apoio comercial e logístico, possibilidade de consolidação de cargas e oportunidades de exclusividade.
“A Grapes & Peppers estará no estande S.28 para receber importadores, distribuidores, compradores, sommeliers, profissionais de gastronomia e parceiros interessados em desenvolver projetos de longo prazo no Brasil”, encerra Waleska.