A Casa de Oleiros é uma das mais antigas e prestigiadas quintas enquadradas na designação “Entre Douro e Minho”, o centro produtor por excelência do Vinho Verde.
As raízes da sua existência perdem-se na memória do tempo, pois encontra-se na família há várias gerações. Era já conhecida antes, como atestam manuscritos existentes num velho mosteiro — o Mosteiro do Salvador de Travanca —, erigido por frades beneditinos a paredes meias com a quinta. Já nesse tempo as uvas e o vinho da sua produção eram conhecidos e apreciados pelas populações vizinhas, sendo Azal, Arinto e Vinhão as castas predominantes.
Inicialmente a produção era artesanal, respeitando todas as tradições passadas de geração em geração. Hoje mantêm-se alguns métodos tradicionais, em sintonia com o avanço da ciência e respeitando sempre o equilíbrio do ecossistema das nossas vinhas.
Casa de Oleiros is one of the oldest and most prestigious estates within the “Entre Douro e Minho” designation, the heartland of Vinho Verde production.
The roots of its existence are lost in the memory of time, as it has been in the family for several generations. It was known even earlier, as attested by manuscripts held in an old monastery — the Monastery of Salvador de Travanca — built by Benedictine friars right alongside the estate. Even then the grapes and wine it produced were known and appreciated by neighbouring communities, with Azal, Arinto and Vinhão the predominant varieties.
Production was originally artisanal, respecting all the traditions passed down from generation to generation. Today some traditional methods remain, in step with the advance of science and always respecting the balance of our vineyards' ecosystem.

A Casa de Oleiros é uma das mais antigas e prestigiadas quintas enquadradas na designação “Entre Douro e Minho”, o centro produtor por excelência do Vinho Verde.
As raízes da sua existência perdem-se na memória do tempo, pois encontra-se na família há várias gerações. Era já conhecida antes, como atestam manuscritos existentes num velho mosteiro — o Mosteiro do Salvador de Travanca —, erigido por frades beneditinos a paredes meias com a quinta. Já nesse tempo as uvas e o vinho da sua produção eram conhecidos e apreciados pelas populações vizinhas, sendo Azal, Arinto e Vinhão as castas predominantes.
Inicialmente a produção era artesanal, respeitando todas as tradições passadas de geração em geração. Hoje mantêm-se alguns métodos tradicionais, em sintonia com o avanço da ciência e respeitando sempre o equilíbrio do ecossistema das nossas vinhas.
Casa de Oleiros is one of the oldest and most prestigious estates within the “Entre Douro e Minho” designation, the heartland of Vinho Verde production.
The roots of its existence are lost in the memory of time, as it has been in the family for several generations. It was known even earlier, as attested by manuscripts held in an old monastery — the Monastery of Salvador de Travanca — built by Benedictine friars right alongside the estate. Even then the grapes and wine it produced were known and appreciated by neighbouring communities, with Azal, Arinto and Vinhão the predominant varieties.
Production was originally artisanal, respecting all the traditions passed down from generation to generation. Today some traditional methods remain, in step with the advance of science and always respecting the balance of our vineyards' ecosystem.

A Casa de Oleiros é uma das mais antigas e prestigiadas quintas enquadradas na designação “Entre Douro e Minho”, o centro produtor por excelência do Vinho Verde.
As raízes da sua existência perdem-se na memória do tempo, pois encontra-se na família há várias gerações. Era já conhecida antes, como atestam manuscritos existentes num velho mosteiro — o Mosteiro do Salvador de Travanca —, erigido por frades beneditinos a paredes meias com a quinta. Já nesse tempo as uvas e o vinho da sua produção eram conhecidos e apreciados pelas populações vizinhas, sendo Azal, Arinto e Vinhão as castas predominantes.
Inicialmente a produção era artesanal, respeitando todas as tradições passadas de geração em geração. Hoje mantêm-se alguns métodos tradicionais, em sintonia com o avanço da ciência e respeitando sempre o equilíbrio do ecossistema das nossas vinhas.
Casa de Oleiros is one of the oldest and most prestigious estates within the “Entre Douro e Minho” designation, the heartland of Vinho Verde production.
The roots of its existence are lost in the memory of time, as it has been in the family for several generations. It was known even earlier, as attested by manuscripts held in an old monastery — the Monastery of Salvador de Travanca — built by Benedictine friars right alongside the estate. Even then the grapes and wine it produced were known and appreciated by neighbouring communities, with Azal, Arinto and Vinhão the predominant varieties.
Production was originally artisanal, respecting all the traditions passed down from generation to generation. Today some traditional methods remain, in step with the advance of science and always respecting the balance of our vineyards' ecosystem.
